O QUE É PSICOPEDAGOGIA?


A Psicopedagogia é um campo do conhecimento que se propõe a integrar, de modo coerente, conhecimentos e princípios de diferentes Ciências Humanas com a meta de adquirir uma ampla compreensão sobre os variados processos inerentes ao aprender humano.

Enquanto área de Conhecimento Multidisciplinar, interessa a Psicopedagogia compreender como ocorre os processos de aprendizagem e entender as possíveis dificuldades situadas neste movimento.

Para tal, faz uso da integração e síntese de vários campos do conhecimento, tais com a Psicologia, a Psicanálise, a Filosofia, a Psicologia Transpessoal, a Pedagogia, a Neurologia, entre outros.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

O Assunto é Sexo. E é sério!

Respeitar o próprio corpo e o dos outros, tratar com objetividade os assuntos íntimos e ter informação para planejar uma vida sexual saudável. Esses são os principais pontos do projeto institucional que NOVA ESCOLA preparou para turmas da pré-escola ao 9º ano. Segundo o psicólogo Antonio Carlos Egypto, fundador do Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual (GTPOS), todas as escolas deveriam ter projetos específicos sobre o tema desde as classes de Educação Infantil: "Até o 5º ano, a principal tarefa do professor é observar as atitudes das crianças. Nem sempre as dúvidas são expressas em palavras. Mas, se um garoto abaixa a calça ou levanta a saia da coleguinha, é hora de conversar sobre as diferenças entre meninos e meninas." Organizar palestras isoladas não surte efeito. O que funciona memo é trabalhar os assuntos sem medo nem preconceito - afinal, algumas das questões precisam ser retomadas, com diferentes graus de aprofundamento conforme mudam as dúvidas e o nível de compreensão dos estudantes.


Preparar a equipe e os pais

O primeiro passo, segundo a obstetra Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, organização não-governamental especializada em formação de professores na área de Orientação Sexual, é o próprio professor refletir e relativizar as noções que tem sobre sexualidade. "Nessa área, educar não é passar opiniões nem valores para os alunos, mas discutir a realidade para que cada um possa escolher seu caminho de forma responsável e consciente." Por exemplo, de nada adianta discutir numa aula a importância de respeitar a opção sexual se, em outra, um professor faz piadas desrespeitosas para com os homossexuais. O ideal é a equipe toda intervir com um discurso semelhante.


Satisfazer a curiosidade É Hora de se auto-conhecer

Explorar as diferenças físicas entre meninos e meninas é uma forma de satisfazer a curiosidade das turmas de pré-escola. professoras das turmas de pré-escola usam jogos e livros para falar sobre o tema. O quebra-cabeça, por exemplo, ajuda a conhecer o próprio corpo (e também o dos colegas).


Em debate, as questões de gênero

Para fazer cartazes sobre os órgãos reprodutores, a em Fortaleza, pesquisaram e aprenderam as diferenças físicas entre homens e mulheres. Na sala de aula, eles discutiram também alguns aspectos comportamentais e emocionais relacionados aos dois sexos.


Falar com responsabilidade Usando as palavras certas

Por volta dos 9 anos, a criançada descobre o palavrão para se referir aos órgãos sexuais. Mas os termos são usados também para agredir ou fazer graça. Um jeito de amenizar essa questão é escrever os nomes corretos no quadro, a professora da EMEF e usá-los nas conversas com a garotada.


Respeitar a privacidade Sexualidade com responsabilidade

A melhor forma de evitar a gravidez indesejada é conhecer alguns métodos anticoncepcionais, como a camisinha. É o que em Recife, oferece aos jovens (acima). Além disso, as turmas de 7º e 8º anos produzem cartazes com textos e dados sobre doenças sexualmente transmissíveis, sobre as responsabilidades que vêm junto com a vida sexual e as conseqüências de ter um filho quando se é adolescente.

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